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Estou tendo muito mais dificuldade do que eu imaginava pra fazer meu trabalho de conclusão de curso. O pior é que, apesar de por causa da bursite ter conseguido uma súper ampliação no prazo de entrega, o tempo está correndo e não tá ficando bom, e não tenho idéia do que fazer pra melhorar... A Aline disse que um dia parece que baixou um santo e psicografou tcc dela , não podia acontecer o mesmo comigo? Estou entrando em desespero... Tem pouco material, o que tem tem pouca informação, não estou conseguindo aprofundar as análises, vou gritar!!!!
Outra coisa que está me enlouquecendo é ficar sem tocar. Eu entro em crise profunda sem meu violãozinho. Acho que qualquer um que me conhece tem a mínima noção de que música pra mim está muito no fazê-la. Por mais que eu possa cantar e ouvir, fica faltando algo. Mais uma complicação: eu desenvolvi bursite e tendinite ao mesmo tempo, a bursite melhorou mas ainda continuo sentindo muita dor. Hoje, com muito sacrifício toquei pelo menos uma musiquinha, depois de quase um mês sem tocar, pelo menos matei a vontade, mas não é a mesma coisa... Estou ansiosa por voltar a estudar mesmo. Me enlouquece também precisar de ajuda até pra lavar louça. To fazendo quase tudo com a mão esquerda... agora eu sinto que o mundo foi feito pra destros...
Comprei um livro de Yoga... é fato que eu preciso parar de ficar doente... já caí de bicicleta duas vezes esse ano, esse monte de inflamações, cistos, etc, etc... Tá na hora de novo de uma mudança radical no meu jeito de viver. Eu já tive experiência de viver atolada de coisas pra fazer e sei que não vira. Porque eu insisto em achar que vou dar conta de tudo se já sei que tode ser humano vive dentro de limitações? A Saletinha, professora de antropologia, sempre dizia que ser humano é aprender a conviver com o limite. Acho que nunca na vida essa frase fez tanto sentido.
Mudando de assunto, sou uma feliz baurulina. Hoje escolhi a escola que vou trabalhar no ano que vem, porque fui chamada no concurso de PEB I (professor de 1a. a 4a. série do estado). Foi uma das situações mais tensas da minha vida. Aqui em sampa meus pais tavam fazendo uma puta pressão, chantagem emocional e tudo mais pra eu escolher uma escola aqui mesmo. Em São Paulo, logicamente, tinha muito mais vagas do que em Bauru, inclusive nas escolas que dá pra ir a pé da casa dos meus pais. Sem trabalho certamente eu não iria ficar, mas eu continuo achando que seria muito estranho eu voltar a morar aqui. Ontem a noite achei que pela minha classificação nao ia dar pra pegar Bauru, aí tive insônia, só pra variar. Estou morando bem, sossegadinha no meio do mato. Não tava nem um pouco afim de morar aqui, onde não tem lugar nem pra dar uma caminhada tranquila pra arejar a cabeça, não dá pra deitar na grama e ver estrelas a noite... e ainda por cima na casa dos meus pais. Enfim, lá na escola onde foi a escolha, vão chamando pela classificação e cada um escolhe a escola que quer... se tiver vaga ainda...E as vagas vão acabando, passando no telão. Quando fui chamada já estava na 2a. escola do plano C...Vê se pode?! Vai ser um trampo, vou gastar uma grana de condução, porque a escola é perto de casa, mas completamente fora de mão (tudo é fora de mão onde eu moro...) mas to feliz por ter conseguido Bauru. Vai dar pra continuar tocando o coral (e mesmo em poucos meses, com a história de fazer técnica vocal, minha voz está melhorando muito), o grupo com as meninas (nunca fomos exatamente uma banda...).
Deixa eu parar de falar um monte de coisas misturadas e voltar ao trabalho. Beijos a todos.
Escrito por Lila às 19h42
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E aí pessoas?!!! Nao morri não... só estou enlouquecida com meu tcc e digitando só com a esquerda por causa de uma bursite no ombro direito... não aguento mais ficar sem tocar... mas como não tem outro jeito... enfim... fica a fotinho do início da banda Pagu, no festival interunesp de MPB, com a primeira formação, da esquerda pra direita Bel, Vanessa, Eu, Maíra e Marília
Escrito por Lila às 15h11
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